“Achmed, o Terrorista Morto” é uma impagável caveira de olhos esbugalhados que a todo momento ameaça matar qualquer um (“Silence! I kill you!”). Já “Walter” é um velho aposentado, chato, mal-humorado, casado há 46 anos, braços cruzados constantemente, veterano de guerra e absolutamente desiludido, com tudo e todos. Diferente de “José Jalapeño”, um mexicano em forma de pimenta (que faz questão de dizer que é cubano), com direito a muita prosa, sombreiro e bigode.
Todas essas figuras hilárias fazem parte do arsenal de Jeff Dunham, o mais importante ventríloquo dos EUA e uma das maiores personalidades desse gênero no mundo. Sua ventriloquia é comédia pura e nada passa por suas apresentações sem humor.
Bem diferente, aliás, de outros grandes profissionais desse gênero que enveredaram por caminhos mais dramáticos. A fórmula tem dado certo. Há 15 dias, estreou seu programa “The Jeff Dunham Show” na rede Comedy Central (TV a Cabo dos EUA) com audiência de 5,3 milhões de espectadores, a melhor “marca” de uma estreia em toda a história da rede. Seu primeiro trabalho como ventríloquo multimídia ocorreu há 20 anos como convidado no Tonight Show, de Johnny Carson. De lá pra cá Dunham já vendeu mais de 4 milhões de DVDs e seus hits no YouTube já ultrapassam 140 milhões.
Aos 47 anos, sendo muitos deles vividos pelas estradas em shows do tipo stand-up, Dunham conhece tudo do ramo. Possui um grande senso de time (vital para um ventríloquo), trabalha com bons textos, domina totalmente a manipulação dos bonecos e chega quase à perfeição nas mudanças de voz para cada um de seus personagens. Estes, por sua vez, formam uma galera politicamente incorreta, que não poupa nenhuma celebridade para fazer a plateia rir.
Confira abaixo o imenso talento de Jeff Dunham com seu “Walter” e se entregue a uma das mais antigas técnicas de humor teatral. Duvido que não morra de rir! (vídeo legendado)

Asterix, o gaulês, criação da dupla Albert Uderzo e René Goscinny, completou 50 anos de vida ontem. Em homenagem à data, preparamos uma enquete: qual é o seu album preferido do herói? Escreva um comentário com o nome da história.

Era para ser Dia de Comemoração. Otimista que sou, confesso, aguardei até há poucos instantes um bom motivo oficial para festejar. É claro que deveria haver ao menos uma boa razão para se comemorar! Imagina se não?! Cacoete inerente de jornalista, passei o dia de vigília nos sites da 

Tem de ser muito sizudo para conter a simpatia diante do cão flagrado “num voo doméstico” na fotografia de capa do novo álbum do Weezer,
