22/03/2010   RSS posts: 989comentários: 2.245 updaters: 559
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Archive for the 'Educação' Category

Respirando arte

Imperdível o bate-papo com Katia Canton sobre Temas da arte contemporânea. Acontece nesta quinta-feira, 18 de março às 19h na Loja de Artes da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Assista ao vídeo com o convite da pesquisadora e participe do encontro, a conversa será agradável e reveladora. YouTube Preview Image

Os lançamentos da Penguin para o iPad

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E se você ainda não está muito certo do potencial e sucesso do iPad, saiba que você está mais resistente do que a tradicionalérrima (mas também modernérrima) Penguin Books, famosa pela missão de popularizar a literatura desde 1935 e que já anuncia seus lançamentos para a plataforma. E do jeito certo: reinventando a experiência da leitura ao invés de simplesmente aterrizar o conteúdo em novo formato. No video acima você confere alguns títulos, de vários gêneros e suas possibilidades de interação.

Como planejar para escrever seu livro? Parte 1

escrevendo(por Christian Barbosa, via HSM Update or Die)

Recebi um monte de mensagens perguntando sobre como eu faço para escrever um livro, como me planejo e perguntas relacionadas. Esse post é um resumo da minha forma de me planejar, gerenciar meu tempo e escrever, o que não significa que é uma “best practice”, é apenas o jeito que encontrei e que talvez possa te ajudar.

Como foram dúvidas muito diferentes, vou dividir o post em 3 partes. A primeira é essa sobre planejamento. A segunda sobre o relacionamento com as Editoras e a parte final da escolha do tema, pesquisa e desdobramentos.

Passo 1 – Mapa Mental

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Mamãe, de onde veio o e-book?

(por Bruno Scartozzoni via UoD)
Você aí que é pai ou professor dessa criançada que nasceu ontem, se prepare para essa e muitas outras perguntas. De onde veio o mp3? De onde veio a internet? De onde veio a banda larga?

Pensando nisso o Best College Online, um site sobre universidades online, criou esse bem humorado infográfico aí embaixo. Clique para ampliar.

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Doc Comparato explica a arte de escrever roteiros

A arte de contar histórias começou com a própria humanidade. Passou a existir desde o instante em que o homem iniciou a aventura do imaginar. Um exercício lúdico, tendo como fonte os limites da alma, os afetos, iras e paixões. “Somos poços de conflitos e é essa água que dá vida à dramaturgia”, é o que conta o premiado roteirista Doc Comparato no livro “Da criação ao roteiro – Teoria e Prática”. Lançado originalmente em 1987, a nova edição (Summus Editorial, 2009) foi completamente reescrita com ampliações para os roteiristas do século 21, envolvendo assuntos como as novas mídias. Dividida em 15 capítulos, a obra aborda desde os primeiros apontamentos até o roteiro final, passando por tópicos como conflito, personagem, ação, tempo e unidade dramáticos.
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Para Doc Comparato, que roteirizou filmes como O beijo no asfalto, O bom burguês e O cangaceiro trapalhão, a dramaturgia continua servindo às histórias, mas as ferramentas e os conceitos para colocá-las em prática mudaram. Na edição deste mês da Revista da Cultura, ele revelou os filmes cujos roteiros marcaram sua trajetória pessoal e profissional (leia aqui). Abaixo, acompanhe a entrevista completa.

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The Pale Blue Dot

(por Lais Andrade, via Area 3 UoD)

Uma emocionante mensagem de Carl Sagan para começar o ano com a noção de que não passamos de habitantes de um pixel azul no universo. De arrepiar.

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Eye Candy | Santa Claus School (1937)

watermarkcompSim, a Santa Claus School ainda está em atividade. [via]
Mais depois do jump.
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ENEM e COP 15, coisas em comum?

ag5Copenhagen não deu em nada, mas o ENEM 2009 finalmente saiu. Antes, vale dar uma olhadinha na correção da prova de redação de 2008 cujo tema foi “Aquecimento Global”. Teve de tudo na COP 15, menos juízo. Já a prova de redação foi recheada de “imagens literárias”, não menos inesquecíveis, mostrando que a Conferência da Dinamarca e o ENEM tiveram coisas em comum. Dentre as peças inesquecíveis do exame, pinçadas das coletâneas que circulam pela mídia, houve um ilustre aluno que escreveu: “o problema da amazônia tem uma percussão mundial… Várias Ongs já se estalaram na floresta”. Ora, ora se as novas gerações não estão atentas! Viva a “estalação das ONGs”!

Outro “examista”, bem mais original, sapecou na prova: “Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta.” Ponto para ele (devia estar sentado na primeira fila da COP). “Espero que o desmatamento seja instinto”… cravou outro, que talvez com esse dom possa estar presente na COP 35. Mas nada se compara com: “A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo”… veja bem, escrito assim, ipsis litteris, fica difícil deixar de acreditar no filme “O Dia depois de Amanhã”. O cara é um profeta, um fenômeno da natureza humana. Ou que tal: “Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas”, ou ainda: “Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna”. Ufa! Preciso de ar… xigênio.

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A coisa mais legal que um iPhone pode fazer

(por Neto, via UoD)

O Blackberry criou a síndrome do polegar. O iPhone criou a síndrome do pai autista. Olha que eu já vi programas de iPhone de todas as formas, genero e função. Mas esse é sem dúvida, o mais legal de todos. Obrigado pra quem teve essa ideia.

(via @cavallini @rebokel)

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O Centésimo Macaco

monkey100Post com Trilha:

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Too Much Monkey Business

1952. Ilha Koshima, Japão. (adoro começar posts como filmes).

Um grupo de cientistas observa um grupo de macacos. E vice-versa.

Uma macaquinha esperta, cansada de comer batata suja de terra, aprende a lava-las. Logo, sua mãe aprende o truque. E seu pai. E seu irmão. E logo a macacada toda estava lavando suas batatas antes das refeições. Porém, misteriosamente, quando o centésimo macaco aprende o truque, algo fenomenal acontece: imediatamente os macacos de outras ilhas distantes dalí começam a fazer a mesma coisa.

Paranormalidade? Telepatia primata? E-Learning?

Não, groselha mesmo. Pura cascata, óbvio. Imaginação fértil de um certo Dr. Lyall Watson que publicou a Teoria do Centésimo Macaco em seu livro Lifetide, de 1979. E como toda mentira bem contada automaticamente vira verdade, o mito pegou e até já foi ensinado por aí como se de fato tivesse acontecido. O fenômeno do “me engana que eu gosto” se justifica porque o efeito realmente existe. Antes era muito associado ao inconsciente coletivo. Depois pipocou em textos esotéricos. Mas hoje em dia faz bonito mesmo quando o assunto são as redes sociais. Se não me engano a Teoria do Centésimo Macaco é mencionada no Tipping Point do Malcon Gladwell. É a ebulição da água, o momento em que algum conhecimento ou comportamento de nicho explode para as massas.

Já vimos o centésimo macaco fazendo seu login em conta de email, em salas de chat, no orkut, no Twitter e no Facebook. O centésimo macaco anda a solta por aí, só esperando a sua vez de espalhar as novidades para as massas. Ele mora lá naquele gráfico que parece um sino, da difusão das coisas, early adopters e aquele papo todo. Bem no comecinho da curva. É o macaco da inclusão. Bendita ou maldita. É o último da fila da moda. O macaco mais pop do mundo.



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